Nunca foi estável, mas órfã, sempre colocou a maternidade acima de tudo. Crianças sempre foram sagradas e um combustível que a manteve viva, uma vez que sempre teve personalidade suicida.
Sua vida nunca valeu um vintém perto das vidas de quem tem alguém.
Desde que perdera sua mãe, cristina reconheceu-se sozinha e assim acostumou-se.
Num pós-relacionamento traumático, adotou nova personalidade.
Munida de todas as defesas, virou alphafemalepride/sextoy/semsentimentos/fake/fatale/nãoengananinguém.
Bom, podia não enganar ninguém, mas conseguia absutamente qq homem que queria. Na maioria das vezes por uma ou duas noites....
Deixou de acreditar no amor. Fez terapia, namorou, noivou, parou de beber, ficou careta, tentou novos caminhos e continuava infeliz....
Se apaixonou algumas vezes. Todas fracassadas.
E... achou que havia engravidado.
Alarme falso que faria um mundo desmoronar sobre sua cabeça.
continua...